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Sylvio Zampol patrocinava o Cristiano Guimarães (irmão do Carioca) quando ele e seu sócio nos procuraram dizendo que estavam fazendo uns testes com resina epoxy e quiseram fazer umas pranchas para o Guima experimentar. Então começamos os primeiros testes com vários tipos de resinas e procedimentos diversos buscando o aprimoramento do já existente até então. O princípio foi muito trabalhoso mas com o passar do tempo começou a compensar, pois o Cristiano vinha se destacando e obtendo bons resultados. Com o passar do tempo, tanto a técnica de manuseio como a matéria prima foram melhorando ao ponto de chegar onde chegou - Hoje está presente em vários países.

O processo de fabricação é semelhante ao poliester, mas não igual. A prancha EPS / Epoxy demanda mais tempo e maiores cuidados na produção. A resina epoxy é mais nobre e tem resistência mecânica maior, contudo, é mais sensível à intempéreis, tais como a variação da umidade relativa do ar. Por conta disso, a KEAHANA desenvolveu um forno exclusivo para lidar com este tipo de problema, que ajuda na aceleração do processo de cura e deixa o banho de resina mais uniforme. 

Todas as pranchas KEAHANA são fabricadas com sistema de quilhas FUTURE FINS, por garantir maior resistência na fixação das bases, portanto, mais confiável e seguro.

A Keahana surgiu em 1998, com um grupo de engenheiros envolvidos em um projeto Aeronáutico de Asa delta Rígida chamada Carcará. Flavio Carioca Figueiredo, utilizando material aeronáutico, fez uma prancha para seu irmão, o surfista profissional Cristiano Guimarães, o "GUIMA", que começou a se destacar nos campeonatos.

Os competidores impressionados com a velocidade, o flex, leveza, e o que a prancha proporcionava, se interessaram pelo equipamento de imediato. No início as pranchas eram caras, mas a alta performance era inquestionável.

A Keahana deu início a um trabalho de desenvolvimento, levando em consideração não só o produto final, mas também o processo de fabricação, visando melhorar as condições de trabalho dos fabricantes que, com a prancha convencional é totalmente insalubre.

Bloco Poliestireno Expandido que não elimina gases quando usinado, pois é pré-expandido com o vapor da água. Quando desbastado, o pó não fica suspenso no ar, não infiltra na pele e não solta as células em contato com a água (se a prancha estiver quebrada). O bloco tem uma flutuabilidade de 33% a mais, Isso ocorre por ser constituída por 2% de matéria prima e 98% de ar.

O tecido é bi axial com os fios posicionados a 45 graus em relação a longarina que proporciona a terceira força axial, a longarina sustenta as forças longitudinais e diagonais e os fios da fibra proporcionam a resistência de toda a torção e curvas das manobras.

A resina epóxi e diferente da resina de poliéster que é altamente tóxica e libera gases nocivos à saúde e ao meio ambiente no processo exotérmico, a resina epóxi e composta a base de água que é fornecida em 18 potes com diferentes resinas, específicas para cada fase da prancha ao qual e formulada e preparada para laminação e para resistir a condições térmicas e mecânicas que uma prancha é submetida, produz um acabamento excelente devido a sua transparência e facilidade de polimento.